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Dia Nacional de Doação de Órgãos é comemorado hoje

27 de Setembro de 2018 às 16h00

 

É comemorado hoje, 27, em todo o país, o  Dia Nacional da Doação de Órgãos, com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância de ser doador de órgãos.  Segundo dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), atualmente, são cerca de 32 mil pessoas esperando por transplante no país, mas embora a taxa de doadores efetivos tenha crescido, ela ainda não é suficiente. Em sete anos, de 2010 a 2017, a taxa de doadores efetivos cresceu 69%, atingindo 16,6 pmp (por milhão de população). (Veja aqui o gráfico). 

 Doação de Órgãos

De acordo com informações da ABTO, a doação e alocação de órgãos é um processo trabalhoso e delicado, e que depende muito da confiança da população no sistema e do comprometimento dos profissionais de saúde no diagnóstico de morte encefálica. O Brasil é o segundo país do mundo em número de transplantes e, para consolidar essa conquista, é crucial a atuação dos órgãos competentes e a participação da população. 

 

O processo de doação de órgãos deve ser rápido e o tempo é fundamental. Além do tipo sanguíneo compatível, o órgão deve estar funcionando normalmente, ter tamanho correto e, em caso de mortes por infecção, por exemplo, deve ser descartado. Para que a troca funcione, é preciso respeitar também o tempo que o órgão dura fora do corpo.

Com relação a ser um doador de órgãos e tecidos para transplante, pela legislação vigente, nenhuma declaração em vida é válida ou necessária, não há possibilidade de deixar em testamento, não existe um cadastro de doadores de órgãos e nem são mais válidas as declarações nos documentos de identidade e carteiras de habilitação e nem as carteirinhas de doador. Ou seja, a retirada dos órgãos e tecidos para doação só pode ser feita após autorização dos membros da família. Pessoas vivas também podem ser doadoras de órgãos, mas apenas aqueles que são considerados “duplos”, ou seja, que não prejudicarão as aptidões vitais do doador após o transplante.

Um dos rins ou pulmões, parte do fígado, do pâncreas e da medula óssea são exemplos de órgãos que podem ser doados por pessoas ainda em vida.