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Amagis Saúde orienta os associados em caso de suspeita de coronavírus

17 de Marco de 2020 às 15h30
 

Para auxiliar os associados com suspeita de contaminação por coronavírus, a Amagis Saúde reuniu uma série de informações sobre a doença e orientações sobre os procedimentos que devem ser adotados nesses casos. Veja abaixo:

Como agir

O paciente com suspeita de contaminação por coronavírus deve procurar seu médico assistente por via telefônica OU presencialmente, conforme orientação do próprio consultório, OU se dirigir à clínica DR. AGORA, no caso de associados de Belo Horizonte. A clínica fica na rua dos Timbiras, 1.228, bairro Funcionários – BH. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, de 8h30 às 19h30, e aos sábados, de 8h30 às 13h30. O telefone é (31) 3243-0008. 

Os beneficiários que moram no interior, caso sintam necessidade de consulta por suspeita de coronavírus, podem procurar atendimento em qualquer unidade da rede credenciada à Amagis Saúde.

Casos suspeitos ou confirmados para coronavírus que não necessitem de hospitalização devem proceder o isolamento domiciliar. Caso haja piora dos sintomas, o associado deve procurar um hospital de referência usando proteção de máscara cirúrgica.

Exames

O exame para coronavírus será realizado conforme as diretrizes do Ministério da Saúde: apenas para caso suspeito e caso provável.

Como solicitar o exame

É necessário ter o pedido do exame carimbado e assinado por médico, contendo justificativa e enquadrando o caso como suspeito ou provável. Com o pedido médico em mãos, o associado deve entrar em contato com a Amagis Saúde para solicitar a autorização para realização do exame. Os telefones de contato são: (31) 3079-3478, 3079-3479 e 3079-3480 ou o celular de plantão: (31) 99977-2860.

A coleta de exame deverá ser realizada em domicílio pelo laboratório acordado com a Amagis saúde (Hermes Pardini). O associado NÃO deve se dirigir ao laboratório.

Casos suspeitos

Situação 1: Febre E pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais, entre outros) E histórico de viagem para área com transmissão local, de acordo com a OMS, nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas; OU

Situação 2: Febre E pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais, entre outros) E histórico de contato próximo de caso suspeito para o coronavírus (2019-nCoV), nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas; OU

Situação 3: Febre OU pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais, entre outros) E contato próximo de caso confirmado de coronavírus (2019-nCoV) em laboratório, nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas. 

Caso Provável de Infecção Humana: Caso suspeito que apresente resultado laboratorial inconclusivo para 2019-nCoV OU com teste positivo em ensaio de pan-coronavírus.

Sintomas da doença

O coronavírus causa infecções respiratórias e intestinais em humanos e animais; sendo que a maioria das infecções por coronavírus em humanos é causada por espécies de baixa patogenicidade, levando ao desenvolvimento de sintomas do resfriado comum. No entanto, podem eventualmente levar a infecções graves em grupos de risco, idosos e crianças, por exemplo.

As manifestações clínicas da infecção por coronavírus se dão em um espectro muito amplo, podendo variar de um simples resfriado até uma pneumonia severa.

Segundo os dados mais atuais, os sinais e sintomas clínicos referidos são principalmente respiratórios. O paciente pode apresentar febre, tosse e dificuldade para respirar.

Conforme as informações disponíveis até o momento, sugere-se que a via de transmissão pessoa a pessoa do novo coronavírus se dá por gotículas respiratórias ou contato.

Diagnóstico clínico

É recomendável que, em todos os casos de síndrome gripal, seja questionado o histórico de viagem para o exterior ou contato próximo com pessoas que tenham viajado para o exterior.

Diagnóstico laboratorial

Para realização do exame, é coletada secreção orofaringe ou traqueal. O exame é feito por técnicas de RT-PCR em tempo real e sequenciamento parcial ou total do genoma viral.