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Emagrecimento saudável requer acompanhamento multidisciplinar

28 de Fevereiro de 2018 às 09h00

A escolha de uma dieta adequada é fundamental para o seu sucesso em longo prazo e para a saúde pessoal. Isto é o que afirmam a endocrinologista e professora do Departamento de Clinica Médica da Faculdade de Medicina da UFMG, Ana Lúcia Cândido e a nutricionista e professora do Departamento de Nutrição da Escola de Enfermagem da UFMG, Ann Kristine Jansen.

Segundo a médica endocrinologista, a escolha de uma dieta apropriada requer uma avaliação médica completa e leva em conta vários fatores tais como a idade, a presença de doenças associadas à obesidade, uso de medicamentos, nível de atividade física, histórico médico entre outros. “Na consulta médica, solicita-se exames que serão importantes para definir a situação clínica do paciente. Avalia-se se há anemia ou outras alterações no hemograma, a glicemia, a dosagem de colesterol e triglicerídeos, além de outros exames que têm a sua necessidade analisada de forma individual”, argumenta Ana Lúcia.

A professora explica que o papel do médico, sendo endocrinologista ou não, é avaliar se há algum distúrbio que comprometa a saúde da pessoa com excesso de peso, como por exemplo, o diabetes ainda não diagnosticado, alterações nos níveis de colesterol e triglicerídeos que necessitam de controle, hipertensão arterial, entre outras patologias. “Além disso, o médico avalia quais são os fatores e hábitos de vida que contribuem para o excesso de peso e qual é o risco cardiovascular que o paciente apresenta”, destaca Ana Lúcia.

Ela comenta também o impacto que o auxilio de outros profissionais da saúde, como um nutricionista, têm para o êxito da dieta. “Um nutricionista pode fazer uma avaliação detalhada sobre o padrão alimentar do paciente, suas preferências, hábitos alimentares e quantificar a ingestão, sugerindo um cardápio adequado e real, com substituições que impeçam que a monotonia alimentar seja um fator que contribua para o desânimo do paciente e a consequente desistência”, afirma.


Fonte: Secretaria de Saúde de MG